sábado, maio 23

Ciclo de Leituras Encenadas.

  • A Fundação Culturista e a Associação Teatro Focus promovem um Ciclo de Leituras Encenadas no espaço cultural da Quinta da Regaleira, tendo como objectivo abordar alguns dos maiores marcos da literatura Portuguesa em prosa.
  • Como modo de interiorização dos valores e conhecimentos deste património cultural comum, serão transmitidos vários instrumentos perfomativos, oferecendo gradulamente a todos os intervenientes ( profissionais e leitores amadoeres), a oportunidade de transformar a leitura pessoal isolada num acto comunitário e artístico através da interpretação teatral.
  • As sessões serão constituídas por uma abordagem teórica- de investigação a análise sobre o objecto literário - e por prática taetral em que a palavra escrita é interpretada. Este trabalho colectivo culminará com a reunião destas interpretações num espectáculo final a apresentar ao público.

  • Os preços variam entre os 30 e os 350 euros, dependendo do número de sessões que vai querer ter.


  • Dias de sessão:

Maio
29/30 Fernão Ferreira

Julho
10/11 Padre António Vieira
24/24 Apresentação Pública


Melanina, o que é?

A melanina é um pigmento que se encontra na pele. A melanina é uma substancia castanho-escura que se encontra na epiderme, nos cabelos e também na retina e na íris. Absorve os raios ultravioletas nocivos do sol, impedindo-os de molestar o corpo. A exposição ao sol (raios ultravioleta) aumenta a produção de melanina e escurece ou bronzeia a pele.
As pessoas de pele escura têm muita melanina, as de pele clara têm pouca, embora às vezes ganhem pequenas manchas mais escuras, denominadas sardas. A produção de melanina é controlada por um único gene, as pessoas a quem falta esse gene são designadas por albinas, têm a pele muito pálida e cabelo branco \ loiro muito claro também. Mesmo as pessoas que normalmente têm grande qualidade de melanina, necessitam ter cuidado! Atenção especial aos jovens e crianças. Atenção ao hábito de usar protector solar, mesmo quando fazemos compras ou nos passeamos ao ar livre.

Criança Negra, Albina

Marchas Populares de Lisboa














Pois é, as marchas populares estão quase aí! E de 5 a 7 de Junho vão estar este ano no Pavilhão Atlântico.
O Bilhete custa 6€


Dia 5 Junho
21h - Marcha Infantil "A Voz do Operário"
21h20 - Marcha da Baixa
21h40 - Marcha do Lumiar
22h - Marcha de Santa Engrácia
22h20 - Marcha da Bela Flôr22h40 - Marcha do Beato
23h - Marcha de Alfama

Dia 6 Junho
21h - Marcha dos Mercados
21h20 - Marcha de Carnide
21h40 - Marcha da Mouraria
22h - Marcha de Campolide
22h20 - Marcha do Bairro Alto
22h40 - Marcha de S. Vicente
23h - Marcha da Madragoa
23h20 - Marcha de Marvila

Dia 7 Junho
21h - Marcha do Alto do Pina
21h20 - Marcha de Belém
21h40 - Marcha dos Olivais
22h - Marcha da Bica
22h20 - Marcha da Graça
22h40 - Marcha do Castelo
23h - Marcha de Alcântara


Não percas :)

Não é bem assim

O grupo era simpático e interessado. Era composto por pequenos comerciantes duma vila de nobres tradições “tauromáquicas” situada a poucos quilómetros de Lisboa, que tinham decidido prescindir duns quantos episódios da telenovela da noite ou duns serões no Café do Bairro para aprenderem a gerir melhor as suas mercearias, talhos, farmácias, restaurantes e outros pequenos negócios locais.

Frequentavam um curso organizado pela associação de comerciantes da região e tinham criado entre eles uma corrente de simpatia e solidariedade, própria de quem partilha experiências e aprende uma linguagem comum.

O esforço que cada um deles colocava nestas horas tiradas a um merecido descanso estava, na opinião de muitos deles, a dar bons resultados. Já tinham aprendido a valorizar o planeamento das actividades, a perceber a classificação contabilística de alguns documentos e a importância da fazer um contrato de trabalho bem fundamentado. Estavam agora a aprender algo que não sabiam que era possível aprender, mas que todos sabiam de enorme valor: Como liderar os seus colaboradores.

O tema era estimulante e cativava com facilidade o interesse dos participantes no curso. Falar de temas como a comunicação, as relações interpessoais ou a motivação de equipas de trabalho a pessoas que tinham anos de experiência de relacionamento diário com clientes e de liderança de equipas, era tudo menos difícil.

José, o formador, embora jovem, juntava uma prática na gestão de pessoas em grandes empresas nacionais e multinacionais com um enorme prazer na “facilitação” de acções de formação, especialmente quando entre os participantes se encontravam pessoas para quem o que aprendiam tinha aplicação prática quase imediata.

O módulo tinha corrido muito bem até aí. Os participantes falavam das suas dificuldades na gestão dos seus empregados e das particularidades dos seus negócios, que todos consideravam como sendo únicas. José aproveitava estes testemunhos para gerar o debate, realçando os aspectos relevantes e orientando a aprendizagem.

O ambiente aqueceu ao rubro quanto estalou o debate sobre se o dinheiro era ou não um factor de motivação. O jovem monitor, aproveitando os argumentos dos intervenientes, teorizava sobre a existência de recompensas intrínsecas e extrínsecas, explicando que as primeiras vinham do prazer que se tira de completar com sucesso uma tarefa ou alcançar um objectivo, enquanto as segundas eram provenientes da aprovação e reconhecimento por alguém. Defendia, entusiasticamente, que o que verdadeiramente gerava a motivação dos empregados e os fazia trabalhar com mais energia e criatividade eram aspectos ligados às tarefas desempenhadas e ao prazer que delas conseguia retirar.

Amélia, uma das participantes mais simpáticas e activas, que nesse dia tinha estado bastante calada, manifestou-se de forma enfática: “Ó “Sotor”, não é bem assim!”

O “Sotor” insistiu que era assim e continuou com a mesma convicção. Mostrou a diferença entre motivar e incentivar, demonstrando do carácter consistente e continuado do primeiro conceito e a pouca duração do segundo. Um aumento da retribuição ou um prémio em dinheiro podem “incentivar” um aumento de produtividade, mas apenas de forma passageira. Contudo, defendia ele, só tarefas mais exigentes e desafiantes, uma maior autonomia no seu desempenho ou a contribuição para um fim comum geram um aumento de energia de forma consistente e continuada.

Mas Amélia, não pareceu nada convencida com a argumentação do José e repetiu num tom ainda mais incrédulo “Ó “Sotor”, olhe que não é bem assim!”

José, tentando uma via para contornar a contestação pouco habitual de Amélia, orientou a sua resposta para a diferença entre satisfação e motivação, explicando que eram conceitos diferentes e ilustrando essa diferença. Satisfeito é um colaborador que tem a camisola da empresa vestida, enquanto motivado é aquele que a tem vestida e suada. E continuou explicando os fundamentos teóricos da motivação e referindo vários exemplos de situações em que o delegar de responsabilidades, a atribuição de tarefas mais nobres, ou a participação num projecto de grande importância para a empresa originaram um aumento continuado do nível de empenho e da eficácia.

“ò Sotor, não é bem assim, pelo menos nalguns casos”, teimou Amélia.

É pois! repetiu o formador. Mesmo aceitando que existam diferenças na forma de motivar cada um dos nossos colaboradores, devido às diferenças de interesses e personalidade de cada pessoa, a verdade é que existem estudos que provam que, em termos gerais, a melhor forma de motivar uma pessoa é enriquecer a sua função com tarefas mais aliciantes, é dar-lhe maiores responsabilidades, novos desafios.

A linguagem corporal e facial de Amélia, indicavam que ela parecia estar vencida mas não convencida, pelo que não resistiu a retorquir: “Tudo bem, Sotor, essas teorias podem aplicar-se noutros sectores, mas no meu não se aplicam.”

Já um pouco incomodado, José respondeu: “Amélia, as teorias da liderança e motivação partem da natureza humana que, como bem sabe, não varia de empresa para empresa, mas, de qualquer forma, diga-nos lá qual é o seu sector”.

“Eu tenho uma agência funerária! – respondeu Amélia – O “Sotor” há-de explicar que raio de satisfação ou motivação é que os meus colaboradores conseguem retirar das suas tarefas”.

Sintra, 22 de Maio de 2009
José Bancaleiro

sexta-feira, maio 22

Exemplo de um Curriculum Vitae

IDENTIFICAÇÃO
Nome:XXXXX
Morada: XXXXX
Telefone residência: XXXXX
Telemóvel: XXX
Data de Nascimento: 11-07-78Idade:
Bilhete de Identidade: XXX de X/X/XX, pelo arquivo de identificação de XXX


HABILITAÇÕES ESCOLARES
2003 - 2004 - Conclusão do 12º ano, do Curso Tecnológico de Ourivesaria, na Escola Profissional de Bustelo - Oliveira de Azemeis

FORMAÇÃO PROFISSIONAL
Março a Abril de 2002 - Curso de Informática, realizado na IN (Instituto Noémio), com duração de 90 horas.

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Junho a Setembro de 2003 - Trabalhei no Centro de Cópias xxx.
Agosto de 2002 - Monitora de Actividades de Tempos Livres, no ATL xxx, em Évora.
Julho a Agosto de 2002 - Empregado de Mesa, no Café xxx.

OUTROS CONHECIMENTOS
Possui bons conhecimentos de Inglês, falado e escrito
Conhecimentos de informática na óptica do utilizador, em ambiente windows (word,excel, powerpoint)

ACTIVIDADES DOS TEMPOS LIVRES
Bombeiro Voluntário, nos Bombeiros Voluntários de Évora;
Prática de Desporto;
Leitura;
Cinema;
Actividades ao ar livre.

Conto

O medo como pior dos inimigos
Juliana era uma rapariga muito inteligente, culta, que detestava conversas fúteis e que nunca ninguém vira sem um sorriso na cara. Não era a melhor aluna da turma, nem a mais popular. Tocava piano desde muito nova. Tinha sido convidada a participar num evento onde estariam os melhores pianistas do mundo. Foram semanas de muitos e intensos ensaios. Foram momentos de muita tensão e disciplina, que se deveriam revelar no dia do espectáculo. Juliana esforçou-se. Esteve atenta a todos os ensaios, a tudo o que o professor lhe dizia e cada pormenor estava na sua cabeça. O tempo passou e a véspera do grande dia chegou, Juliana estava contente com aquela oportunidade e ao mesmo tempo tremia de medo. Sentou-se ao piano e não conseguiu lembrar-se de nada. Ela sabia que era boa no que fazia, mas o medo apoderara-se dela de tal forma que ela se tinha esquecido das notas, da forma de tocar, de tudo.O dia do concerto amanheceu claro e tudo parecia estar no bom caminho. Juliana caminhou até ao piano de sua casa na esperança de ver contrariada a ideia de que se tinha esquecido de tudo, mas os nervos continuavam lá, agora ainda mais visíveis. Atormentava-a o facto de pensar que nunca seria capaz de brilhar. Falou com os pais, mas mesmo assim, estes decidiram levá-la e quando chegaram ao local do espectáculo, falaram com o professor, que lhes pediu calma. Assim que o viu, Juliana foi a correr, contar-lhe que se tinha esquecido de tudo e pediu para a trocarem.António, professor há mais de vinte anos, respondeu-lhe com um sorriso:-Não te esqueceste de nada. Acontece que estás nervosa e parece que tens uma branca, mas quando subires aquele palco, vais ver que isso não passa de uma impressão tua.-Mas eu tentei em casa.... E não sabia nada.Juliana estava agora verdadeiramente nervosa, estava em pânico. A respiração ofegante, fazia prever que a jovem pianista se recusaria a subir ao palco.O grande momento chegou e o professor fez-lhe sinal que subisse. Juliana subiu a tremer e sentou-se ao piano. O espectáculo começou e chegou a vez da menina tocar. E Juliana fê-lo. Fê-lo de uma maneira tão bonita que encantou, um por um, todos os presentes na sala. À medida que o espectáculo avançava, era cada vez maior o número de pessoas que elogiava a pianista. Ouviu-se a última tecla do piano tocar e todo o auditório se levantou para aplaudir. Juliana levantou-se do banco e ainda a tremer, veio agradecer os aplausos. Olhou para o professor que lhe sorriu. Assim que desceu do palco, foi ter com o seu professor de piano. -Eu sabia que eras capaz. Estiveste fantástica.
Juliana tinha agora ficado corada e feliz com as palavras de António.
-Eu pensava que nunca seria capaz.
Fechou os olhos e apertando as mãos contra o peito, disse:
-Sabe uma coisa? Às vezes somos levados por uma ignorância pessoal, que nos faz pensar que não somos capazes de fazer alguma coisa. Normalmente não nos conhecemos bem, não sabemos daquilo que somos realmente capazes. Somos induzidos no sentido de desistir e depois ficamos aliviados, mas a pensar como seria se.... E há um sentimento. Algo que nunca nos deixa avançar, que nos faz recuar cada vez mais. O medo, ele é o culpado de muitas desistências. Hoje aprendi uma coisa , o medo é o pior dos nossos inimigos. Se queremos fazer uma coisa, fazemo-la e quando sentimos medo basta pensar que ele.... ele não é ninguém, não é nada, ele vem e vai, chega quando menos precisamos dele e só vai embora quando ganha a batalha. Mas hoje fui eu quem ganhou a batalha. Hoje fui a pior inimiga do medo.
O professor acenou com a cabeça, concordando com a aluna e os dois abraçaram-se.
Agora Juliana já passou por vários espectáculos, foi a diversos países, recebeu inúmeros prémios. E o medo ? O medo vem sempre ter com ela, mas, quando ela sai ele fica em casa e assim que ela sobe ao palco ele dá-se por vencido.

Olhar ao espelho é ...

Sou amiga, resultado de alguma solidão.
Tenho uma imaginação capaz de me levar ao mais longínquo sonho.
Vivo cada dia á espera de ser feliz...sem acreditar que o possa ser totalmente.
Gosto de acreditar que vou puder mudar o mundo ou pelo menos ajudá-lo a melhorar.
Perdoo tão facilmente que me vejo magoada pelo perdão.
A calma faz parte de mim, quando a impaciência não me atinge.
Não tolero injustiças nem falta de educação, acho que cada um é a sua própria reflexão.
Gosto de conversar e de cantar, a música é um refúgio.
Preservei a minha vida até ao momento em que desabafar se tornou uma necessidade.
Com a dor do crescimento tornei-me mais madura e decidida, criei alicerces para seguir em frente com outra atitude.
Gosto de ler e escrever, a primeira faz-me aprender, a segunda faz-me crescer.
Adoro a solidão do quarto, onde tudo parece mais simples e humano.
Tudo o que passei fez-me crescer, aprender e evoluir, não me sinto preparada para o mundo adulto, nem tão pouco para sair do das crianças.

Um filho adolescente

Um Filho Adolescente

A adolescência é frequentemente considerada uma fase difícil para os pais. Alguns até lhe chamam a idade do armário. É, na verdade, uma idade bonita, é o surgir da Primavera, o desabrochar humano a todos os níveis, a fase deslumbrante da vida.
Acontece que os pais, envolvidos até à raiz dos cabelos nos seus afazeres diários e rotineiros, não percebem muitas das vezes que o filho ou filhos caso sejam gémeos cresceram e que hoje é um lindo rapazão ou uma bela jovem.
Se os pais continuarem a tratar o adolescente como crianças vão cair do cavalo e exclamarão: O meu filho já não é o mesmo, quer liberdade, quer sair sozinho, já não nos ouve! Um problema!
Não nos pudemos esquecer como pais que esta nova etapa da vida, é o momento em que o ser humano se descobre a si mesmo e, deslumbrado com a vida que se abre diante de si, quer sair do casulo e desvendar á descoberta o mundo maravilhoso. Se isto acontece ao seu filho fique tranquilo que está tudo certo. Este é o momento em que o filho sai das saias da mãe para começar a vida. Os pais devem incentivar estes a seguir em frente, pelos caminhos da realização dos sonhos quem têm no coração. Estimulem os vossos filhos a estudar, a progredir, a fazer parte de grupos de estudos, sociais desportivos, musicais, religiosos, a baterem-se por causas em prol dos mais desfavorecidos, a fazer voluntariado, e assim por diante. Criem todas as oportunidades possíveis para que o vosso filho seja bem orientado nesta fase, porque amigos péssimos vão-se aproximar, a droga vai ao seu encontro, a bebida será uma tentação, loucuras, aventuras e acidentes podem ocorrer, a Sida continua a ser um perigo, a gravidez pode surpreender os desprevenidos. O filho adolescente está a começar a percorrer o seu caminho por si, mas não tem a experiência de vida dos pais. Antes de chorar sobre leite derramado, devemos ter uma atitude inteligente, não o trancando numa redoma mas criando condições de esclarecimento sobre tudo que lhe é necessário para puderem ter decisões e atitudes correctas em torno de todos os aspectos acima assinalados. A ignorância é a mãe de todos os males. Pais, tratem os vossos filhos com respeito, mesmo diante de por vezes atitudes menos simpáticas, nunca rompam com os elos de convivência. O famoso Goethe tem uma famosa frase “ Tratem o filho como ele é e ele permanecerá assim. Tratem-no como se fosse o que pode ser e ajudá-lo-ão a que se torne o que ele é capaz de se tornar”. Elogiem os filhos, estimulem-nos, façam-se representar o mais que puderem nas reuniões de pais na Escola dos vossos filhos, nas apresentações musicais, teatrais, nos desportos, nas pescarias, nas festas, nas discotecas, etc.
Se passarem por situações muito difíceis peçam ajuda ou aconselhamento psicológico ou psicanalítico. Principalmente nesta fase da vida, cuja passagem é uma fantástica aventura uma boa assistência é necessária.
Não basta amar os seus filhos nesta fase, é preciso demonstrá-lo.
Esmeralda Martins

quinta-feira, maio 21

Uma Realidade Assustadora


Quando somos adolescentes a nossa vida é um mundo de descobertas, é a altura em que já não somos considerados crianças mas também ainda não somos adultos, vivemos numa meia idade onde as melhores coisas da nossa vida nos acontecem, onde descobrimos coisas novas, pessoas novas e sítios novos, somos exploradores da nossa própria vida. Para alem de todas estas descobertas, é quando descobrimos também a sexualidade.. Quase todos os jovens sabem encarar isso naturalmente, mas há outros que despertam um grande interesse muito cedo, e acabam por destruir as suas vidas por causa de uma mera curiosidade. Começamos com a ideia de que queremos ser independentes, que queremos ter a nossa vida e um namorado sobre tudo queremos dar inicio a nossa vida sexual. Mas as vezes a pressa é tanta que os adolescentes acabam por se esquecer de protecção, ou simplesmente não a querem usar porque “não dá jeito” ou “não apetece ir comprar”, isso acontece frequentemente em relação aos preservativos. Há muitos casos também em que o namorado diz “não é preciso preservativo, é muito desconfortável e eu tenho cuidado, confia em mim” e a rapariga confia pois é o seu namorado, só que depois passados noves meses nasce o resultado dessa inconsciente confiança. Infelizmente o número de mães adolescentes tem aumentado significativamente. Por mais que alertemos a população, não conseguimos que este número para de aumentar, há cada vez mais adolescentes a estragarem a sua vida, a perderem a juventude, o prazer de viver e os melhores anos das suas vidas porque querem viver tudo de uma vez. È aqui que as escolas devem entrar, com o plano das aulas de educação sexual, porque se estas funcionarem correctamente são muito importantes na vida de um adolescente, ensinam-nos tudo sobre o nosso corpo e há um maior à vontade para falar sobre todas as questões. Lembrem-se, usem sempre protecção!

Imagine a situação: dois carros estão para se cruzar numa estrada quando, de repente, um animal entra lentamente na pista à frente de um deles. Na fracção de segundo disponível para reagir, resta ao condutor consentir-se de que não há tempo para travar e que desviar poderá resultar numa colisão fatal com o veículo que vem em sentido contrário. Um acidente, qualquer que seja ele, parece inevitável.
Mas esta situação, ao que parece, não vai durar muito tempo. Pois isto depende do trabalho dos engenheiros do Instituto Fraunhofer, na Alemanha. Eles estão a testar um sistema que permite aos carros coordenarem os seus movimentos sem a necessidade da intervenção dos condutores.
Segundo os engenheiros, os carros formam uma rede informatizada através da comunicação sem fios carro a carro. Na iminência de um acidente, o sistema assume o controlo dos carros, envolvidos na situação, fazendo com que cada um haja de maneira a evitar o acidente e evitando colisões uns com os outros.
Na situação deste exemplo, um dos carros poderia travar enquanto o outro usa a sua pista para desviar-se do animal. Tudo isto feito numa fracção de segundo, antes que o motorista tivesse tempo para reagir.
Este software permite que os carros sejam conduzidos de forma automática por curtos períodos de tempo. Para detectar os diversos tipos de riscos, estes carros são equipados com diversos tipos de sensores, incluindo GPS, radar e câmaras.
Os carros formam grupos cooperativos assim que entram na área da rede sem fios uns dos outros. Como os seus destinos e velocidades variam, os grupos estão em constante mudança, alterando-se dinamicamente para incorporar os veículos na mesma área e que possam envolver-se em situações perigosas, entre eles próprios ou pela acção de um terceiro que ameace todos os carros do grupo.
O software elege automaticamente um dos veículos como coordenador do grupo, retirando a situação de cada um dos outros, como direcção, velocidade e distância. Se um perigo surgir inesperadamente, como um animal que entra na pista, o problema é reconhecido não apenas pelo carro afectado directamente pela situação, mas também pelo coordenador do grupo. Se o carro em questão não pode, nem travar, nem desviar porque há um outro carro nas proximidades, o coordenador do grupo toma as acções necessárias na ordem adequada para livrar a todos o acidente.
O sistema ainda está em fase de desenvolvimento. A formação dos grupos e a "eleição" do coordenador já estão totalmente funcionais. Agora os engenheiros estão a melhorar a capacidade do sistema em reconhecer situações que são perigosas.