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segunda-feira, janeiro 4

Louvor de Garrett - In Publico

Louvor de Garrett

Duzentos anos depois do nascimento do escritor, António Mega Ferreira fez, no PÚBLICO, o elogio da sua obra. Há coisas que o meio ambiente, o tempo histórico, o local onde estudamos nos dão e que nos marcam para sempre.
Entre as muitas coisas novas e diferentes que então se praticavam no Pedro Nunes, havia um grupo de teatro, animado por Maria Helena Lucas, no qual, talvez a partir de 1963, participei activamente. Aí fui escudeiro na Farsa da Inês Pereira, aí li Tchekov pela primeira vez, aí disse poemas de Musset (“Sobre os móveis, o pó, e o pálido fanal” é tudo o que me lembro, para lá da obsolescência adivinhável da tradução e da imagem nítida de, nesse espectáculo, ter contracenado com Ana Zanatti, minha colega de turma), aí fiz um papel em O Alfageme de Santarém. Dos ensaios do Alfageme, aliás, lembro-me bem: passavam-se na vastidão álgida do ginásio antigo, situado no primeiro andar de uma das alas do edifício principal, que dá para a Avenida Álvares Cabral, em frente do Jardim-Escola João de Deus. As récitas, essas, tinham normalmente lugar no pequeno palco arranjado para o efeito na sala dos professores.
Aí – ou nas aulas de Português, mas é natural que ambas as experiências, a teatral e a literária, se tenham complementado – devo ter caído na “poção mágica” do Romeiro de Frei Luís de Sousa. Li o texto pela primeira vez quando tinha 13 ou 14 anos – e ainda não me refiz do fascínio inicial, aumentado pelas muitas releituras, não sei quantas representações teatrais, filmes e telefilmes. Aquele Romeiro, aquela “ameaça” à normalidade feliz do triângulo Maria-Madalena-Manuel de Sousa Coutinho, foi para mim uma fonte de mistério, o sinal de uma coisa que mais tarde, muito mais tarde, reconheceria como “desassossego” (O Livro do dito, convém que se recorde, só foi conhecido em 1982).
Ao mesmo tempo, na quase impenetrável opacidade da literatura que íamos conhecendo (não chegáramos ao Eça, andávamos pelo Sá de Miranda e pelo Camões), o “Ninguém” carregado de presságio daquela espécie de fantasma de D. João de Portugal era uma espécie de “buraco negro” pelo qual se esvaía a normalidade da literatura como “corpus” de coisas a aprender – mas de cujo ensino, parece-me, estava ausente qualquer ligação com a vida, a quotidiana, corriqueira “vidinha” de todos e cada um de nós. Frei Luís de Sousa foi a primeira excepção a este distanciamento entre nós e a literatura que nos ensinavam.
De forma evidentemente não consciente, o que o “Ninguém” do Romeiro me deixava entrever é que, para lá do dito, do explícito, havia – há – no texto literário um amplo espaço de indeterminação, o espaço do mistério, de um segredo que nos cabe adivinhar ou (o que é ainda melhor) simplesmente reconhecer.
Nessa altura, eu não sabia que algum fundo de verdade histórica existia naquele punhado de retratos apenas esboçados por Garrett. É claro que só muito mais tarde descobri em Manuel de Sousa Coutinho o soberbo prosador, cuja vida se dividiu entre a aventura e a literatura, a esta tendo legado a magistral Vida de Dom Frei Bartolomeu dos Mártires. Nem, por maioria de razão, podia saber que o episódio perturbador do Romeiro era enxerto sebastianista (o sebastianismo ficaria para mim envolto em nevoeiro até à leitura, no início dos anos 70, do estudo clássico de Joel Serrão), hoje atribuído a Frei António da Encarnação. O meu fascínio era, por isso, absoluta e exclusivamente literário, funcionando em estado puro de verosimilhança, fora de quaisquer considerações históricas ou ideológicas.
Quer dizer que, naquela indecisão histórica que a figura do Romeiro vem transformar em autêntica tragédia, eu pressentia a vibração de uma outra literatura, uma literatura que não se esgotava na aparência da sua imaginária “perfeição”, porque os textos literários nos eram dados como coisas finais, definitivas. Ora, o Frei Luís de Sousa foi, para mim, nessa altura, o primeiro texto “aberto” que me era dado ler: o “suspense”, a emoção, o desconcerto, o excesso emocional, tudo estava lá, ou, pelo menos, tudo eu imaginava lá figurar. Leio o Frei Luís de Sousa antecipando sempre aquele momento catártico já prenunciado por mil e um sinais, mas adivinhado com a mesma excitação com que somos capazes de antecipar uma sequência já conhecida de um filme visto e amado mais de uma vez (a recepção na corte do rei da Polónia, no Ivan de Eisenstein, o diálogo entre Vienna e Johnny no Johnny Guitar de Nicholas Ray, ou o irresistível diálogo final de Jack Lemmon com o “seu” milionário, no Some Like it Hot de Wilder).
Dorme Maria, no delírio que a febre e os seus sonhos de grandeza alimentam? E Telmo conforta-se na sua apegada ternura pela menina, como se a pureza que ela lhe entrega limpasse a recordação de uma qualquer culpa passada? E Dona Madalena, quem pode dizer, entre os sustos cheios de presságio de Maria e as meias palavras de Telmo, que realmente sossega nos braços de Manuel de Sousa? E Manuel de Sousa, quem aquieta esta extenuante vontade de acção, que o leva de Lisboa à outra margem, uma vez e outra e outra?
O espaço de representação de Frei Luís de Sousa é atravessado por um vendaval permanente: ninguém está bem naquele lugar, ninguém está bem no seu papel e, por isso, Manuel de Sousa acaba por incendiar aquela casa, como se com isso quisesse exorcizar pelo fogo a causa de toda a inquietude. E é extraordinária a curta frase com que Manuel de Sousa Coutinho, o autêntico, descreve o incidente, no prefácio às Obras Poéticas de Jaime Falcão: “Possuído de extraordinária exaltação, furtei as minhas paredes a essa injúria (a requisição dos procuradores) com nova e inaudita metamorfose: foram-se abaixo em fumo e cinzas.”
Frei Luís de Sousa é o livro do desassossego português, antes de ser drama histórico, narrativa amorosa ou tragédia sebastiana. Todas as personagens vivem um mal-estar, cuja causa difusa, corporizada no fantasma de D. João de Portugal, é, afinal de contas, “ninguém”. E qual de nós pode dizer que nunca se sentiu, ainda que por instantes, prisioneiro deste desejo de não ser, neste momento em que existe? “Eu só estou bem onde não estou”, lembram-se? E é preciso ler Frei Luís de Sousa em voz alta, para ouvir o eco que o silêncio entre as palavras nos envia – ou a música que faria da obra-prima de Garrett a ópera portuguesa por excelência.
Sei hoje – e sei dizê-lo – porque é que o Frei Luís de Sousa foi tão importante para mim: a partir daí, a literatura passou a ser, aos meus olhos, o terreno onde se desenhava o risco dos limites e a experiência do indivisível. Com Garrett comecei a aprender o que quer dizer, literariamente, ser moderno.

António Mega Ferreira

In PÚBLICO de 8 de Fevereiro de 1999

sábado, outubro 24

Regresso das sugestões.

Voltamos ao blog e as sugestões de leitura voltam também...

Esta semana sugiro a leitura do livro "Amar depois de amar-te"da apresentadora Fátima Lopes.

Conta a história de três mulheres em busca da felicidade.

São páginas repletas de sentimentos que não vais querer deixar de viver.

Arranja um tempinho e lê o livro.

quarta-feira, junho 17

Sugestão de Leitura

Aos 17 anos e apaixonada , souad engravida antes do casamento, o que não é muito bem visto na sua aldeia.

O seu cunhado, é encarregado de a executar, queimando-a.

No hospital para onde é levada, após sobreviver, é lhe recusado tratamento e a própria mãe tenta mata-la.
Mais tarde reencontra o filho que deixou, quando foi queimada.

Muitos anos após o terrível acontecimento decide falar e contar a sua historia em "Queimada viva" ,um testemunho comovente e aterrador.

Não deixem de ler.

Malta vêem ai as férias. É uma boa oportunidade para ler ;)

Boas ferias acompanhadas de boas leituras!

domingo, junho 14

Querida, Comprei Um Zoo


Esta semana irei falar-vos do livro "Querida, Comprei Um Zoo" de Benjamim Mee.



O livro relata a história de uma familia que vende todos os seus bens e se muda para um jardim zoológico, assumindo a responsabilidade por uma colecção incluindo leões africanos, tigres siberianos e ursos pardos europeus, juntamente com as responsabilidades igualmente avassaladoras da gestão do pessoal e das finanças do parque, iniciam juntos o percurso de uma vida de desafios novos e recompensas inesperadas. Perseguir um jaguar foragido, exercer diplomacia entre facções desavindas de macacos verdes, recuperar um lobo em fuga e assegurar uma hipoteca de meio milhão de libras são apenas algumas das exigentes tarefas a concretizar No meio de tudo, a família é atingida pela tragédia: Katherine, mulher de Benjamim, depois de sobreviver a um tumor cerebral, recomeça a sentir os sintomas da sua doença. Cuidar da sua mulher torna-se outra tarefa a acrescentar às complexidades quotidianas da gestão de um jardim zoológico e da preparação da sua inauguração.


Querido, comprei um zoo é uma história comovente e animadora que relata os esforços da família para reconstruir o parque.


Querem saber como acaba a história? Ponham isso que têm na cabeça a que chamamos cérebro a trabalhar.

sexta-feira, junho 12

Nicholas Sparks- Romance!

Comecei a ler os romances de Nicholas Sparks e fiquei abismada com o seu talento para me fazer repensar e ler a historia do principio ao fim sem querer perder pitada.

Logo, venho sugerir mais uma vez um livro da sua autoria.

Conta a historia de Jeremy e das mudanças que o acompanham: A nova paixão; A mudança de cidade;O casamento e a noticia que vai ser pai(acontecimento que até então não achava possível).

Jeremy começa a receber e-mails estranhos que sugerem que ele não conhece Lexie (a mulher por quem se apaixonou) e que esta lhe oculta aspectos da sua vida.

Um livro sobre confiança, conhecimento.

Á primeira vista de Nicholas Sparks

Aconselho :)

domingo, junho 7

O Pacto


"O Pacto" é o nome do livro de que vos falarei esta semana.

Este romance de Jodi Picoult mostra-nos que nunca conhecemos ninguém suficientemente bem.

O livro conta a história de duas familias vizinhas, os Harte e os Gold. Estas duas familias sempre foram muito amigas, tanto os pais como os filhos. Ao chegar ao liceu, Chris e Emily, um de cada familia apaixonam-se. No entanto, Emily aparece morta e uma detective começa a investigar o caso.

Na minha opinião, aquilo que mais nos cativa na história são os personagens. Quem gostar de livros de drama vai, obviamente, adorar este livro.

sábado, junho 6

Juntos ao luar!

Quando se contemplam ao luar John e Savannah sente-se invadidos pela força do amor.
Nunca nada lhes pareceu tão puro e bonito. Mas a realidade é que as suas vidas vão ser abaladas por alguns acontecimentos.
A carreira de John obriga-os a estar longe e as saudades tornam-se num sentimento muito presente.
Eles vão ter de tomar decisões e contornar a saudade.

Um romance de Nicholas Sparks, que nos faz perceber melhor do que nunca a força do amor e o que significa amar alguém.

Aproveita e lê este livro ;)

domingo, maio 31

Equador


Esta semana irei falar-vos de um livro do qual todos já ouviram falar: Equador.


Este romance, de Miguel Sousa Tavares já foi traduzido em mais de 10 linguas e já vendeu mais de 400 mil exemplares.


O livro passa-se no ano de 1905 quando Luis Bernardo é convidado para o cargo de governador da ilha de S. Tomé. Lá ele descobre o amor e luta pela liberdade dos trabalhadores de roças.


Aconselho este livro a quem se interessar por História

sexta-feira, maio 29

Um homem com sorte!

Logan thibault era um homem comum até ao dia em que encontrou a fotografia de uma mulher durante a guerra do Iraque.
A partir dai tudo mudou, nada de mal lhe acontece, passa a estar protegido das situações mais ameaçadoras.
Quando regressa aos EUA resolve procura-la e ao encontrar a misteriosa mulher tudo muda, tudo foge do seu controlo.

Um homem com sorte é um romance de Nicholas Sparks onde o destino se mostra como força maior, que dá sentido a vida.


Vá lá, toca a ler ;)

domingo, maio 17

CHERUB

Esta semana irei falar-vos da série de livros "CHERUB", por Robert Muchamore, um ex-detective privado.

Estes livros contam-nos as aventuras de adolescentes orfãos, com menos de dezassete anos, que fazem parte dos Serviços Secretos Britânicos. Apenas com esta informação, podemos deduzir que é um livro cheio de aventura e acção, pois a personagem principal, Kyle, e os seus companheiros muitas vezes correm perigo.

A série inclui cerca de 12 livros, dos quais eu tenho 4. Que tal trocarmos?


Quem gostar de acção que nos põe sempre a mexer, tem aqui alguns livros para ler.

sexta-feira, maio 15

Um rosto na vidraça

Um rosto na vidraça de Wolfgang Ecke.

Uma compilação de 20 aventuras policiais para os amantes de enigmas.
É o leitor que resolve cada caso.

O grau de dificuldade das soluções varia entre fácil, médio e dificil, que são apresentadas no fim do livro.
Os casos são muito diversificados e alguns dão mesmo que pensar.
Se não gostas muito de ler, esta pode ser uma boa solução.
O livro é pequeno, os casos enigmáticos deixam qualquer um colado aquelas páginas.

Vá lá malta toca a solucionar estes enigmas.

Boas leituras ;)

domingo, maio 10

Harry Potter


Esta semana falarei de um livro de que todos já ouviram falar.


Todos conhecem a obra literária de J.K Rowling, “Harry Potter”.
Esta saga dividida em sete livros (cada um tem entre 300 a 500 páginas) conta a história de Harry Potter e as suas aventuras na escola de Hogwarts, uma escola de feiticeiros.
Cada livro conta um ano diferente de Harry em Hogwarts, do seu primeiro ano na escola, com 11 anos, até ao seu sétimo e último ano, com 17 anos. A cada ano, Harry vai encontrando novos desafios, nomeadamente com o seu eterno inimigo Voldemort, com quem está ligado desde que este o tentou matar. No entanto Harry conta sempre com a ajuda dos seus amigos.

Aqui está a ordem cronológica dos livros, para quem tiver curiosidade: “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, “Harry Potter e a Câmara dos Segredos”, “Harry Poter e o Prisioneiro de Azkaban”, Harry Potter e o Cálice de Fogo”, “Harry Potter e a Ordem da Fénix”, “Harry Potter e o Príncipe Misterioso” e “finalmente “Harry Potter e os Talismãs da Morte”.

Os livros encontram-se já todos publicados, tendo o primeiro livro sido lançado em 1997 e o ultimo em 2007.
Quanto aos filmes, o sexto filme está previsto para estrear em Julho deste ano e o sétimo e ultimo capitulo vai ser dividido em duas partes.

Muitos gostam de Harry Potter, muitos não. Muitos preferem ver os filmes. Outros preferem ler os livros.

Aconselho-vos a ler os livros, pois os filmes contam apenas o mais importante, deixando muito por esclarecer. Além disso, eu prefiro ler os livros a esperar eternamente por um novo filme...

Se querem saber o final, não sou eu que vos vou contar…leiam os livros e não sejam preguiçosos

Já agora, lembrem-se disto: os livros não existem simplesmente para apanhar pó.

sexta-feira, maio 8

Ninguém me compreende!

Foi na sequência de uma artigo sobre o suicídio nos jovens, publicado no blog que resolvi sugerir este livro.

"Ninguém me compreende" é o título de um livro que compila uma série de cartas entre uma jovem que se tentou suicidar e um terapeuta.
Amanda tenta o suicídio, mas tal não se concretiza e a partir de aí começa a receber ajuda terapêutica, apesar de no início recusar a idea.
A jovem vivia numa situação limite que não é muito comum, que não nos acontece a todos, mas que existe.
Escrito para todos, pais, filhos e educadores este livro fala dos principais “dramas” da adolescência, desde relacionamentos, às drogas, ao sexo, à família, etc.
Este livro Brad Sachs é uma ajuda no duro caminho a percorrer à idade adulta.

Boas leituras ;)

domingo, maio 3

Marley & Eu


Marley & Eu


Este livro foi um dos livros mais interessantes que eu já li, se não o mais interessante.

Este best-seller conta a história da vida de um cão. É impossível não rir ou chorar com este livro que em pouco tempo, conquistou os corações de metade do mundo.

Aqui vai um pequeno resumo

Chamavam-se John e Jenny, eram jovens, apaixonados e estavam a começar a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, que, rapidamente, se transformou num lavrador enorme de 43 quilos. Era um cão como não havia outro: arrombava portas, sujava paredes, babava-se todo por cima das visitas, roubava roupa interior e abocanhava tudo a que pudesse chegar. De nada lhe valeram os tranquilizantes receitados pelo veterinário, nem, a escola de boas maneiras, de onde foi expulso.Só que Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Partilhou a alegria da primeira gravidez do casal e esteve sempre presente no nascimento dos bebés.

Este livro ganhou mais tarde uma adaptação no cinema, que foi igualmente um sucesso.

Aconselho este livro a quem goste de animais a ler este livro, ou mesmo quem prefira filmes a livros a ir ao cinema ver.

quinta-feira, abril 30

Vem viver uma aventura…



A primeira vez que li um livro da colecção “Uma Aventura”, apaixonei-me.
Vivi, sim uma aventura durante as duas horas que se seguiram. Duas horas que demorei a ler o livro, sem nunca tirar os olhos daquelas páginas que me enchiam a alma de aventura.
Perdoem-me a infantilidade mas eles são verdadeiras obras verídicas em que podes aprender um pouco de tudo.
São pequenos, baratos, fáceis de ler, ideias para aqueles que não apreciam grandes e exaustivas leituras.
Permitam-me que os classifique como sendo uma obra de múltiplas emoções, de variadas sensações.
Famosos no mercado, estes livros falam das aventuras de cinco amigos que se “embrulham” nas mais variadas aventuras, e que conseguem sempre sair delas da maneira mais espectacular.
Desculpem o entusiasmo, mas sou uma verdadeira fã desta colecção, alguém que espera a edição de mais uns quantos livros.
Já pensaste em viver uma aventura? Já pensaste em ir com eles?
Então anda dai, pega num livro e vem viver uma aventura…




Autoras: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

domingo, abril 26

Expriências de Leitura: A Volta ao Mundo em 80 Dias


Quem não gosta de ler? Seja por diversão, por intriga ou por qualquer outra razão. Mesmo quando estamos a ler por obrigação, acabamos por nos deixar envolver pela história.

Hoje irei falar de um livro que li, já faz alguns anos anos.

É um livro bastante conhecido com o nome de “A volta ao mundo em 80 dias”, escrito por Júlio Verne em 1873.

Este livro, na minha opinião, contém os elementos necessários para uma leitura interessante e nada aborrecida. Quando estamos a ler este livro sentimos que estamos a viajar juntamente com as personagens, tornando-o ainda mais interessante para quem gostaria de conhecer o mundo e gosta de viajar. O livro contém também um pouco de romance que, mesmo não sendo o meu tipo literário favorito, se encaixa bem na história .

Aqui está um pequeno resumo do livro:

O livro conta a história de um homem inglês, Phileas Fogg, que tinha uma vida monótona e solitária, mas com muito dinheiro e, devido a uma aposta com os seus amigos de jogo, resolve dar a volta ao mundo em 80 dias, acompanhado apenas de seu fiel empregado, um francês chamado Jean Passepartout. Atrás dele vai o detective Fix, pois este acredita que Phileas é um assaltante de bancos e persegue-o com intenção de o prender.

Aconselho este livro sobretudo a pessoas que gostam de viajar.

quarta-feira, abril 22

Expriências de Leitura

Experiências de Leitura .
Ler é tão importante como crescer!
Ler faz do leitor alguém mais culto, com mais raciocinio, com mais vocabulário. Desde policias aos maiores romances, tudo é bom de se ler, tudo nos faz aprender.
E maravilhosa a sensação de terminar um livro e saber que aprendemos alguma coisa, que estamos mais “ricos”.
Ler é fundamental para quem quer saber.
Ler um livro é como entrar numa historia, vive-la, sonhar, perder, ganhar e morrer com as personagens. É sentir que se viveu e aprendeu com uma expriência de leitura.
Nós adoramos ler . E tu ? Anda dai, pega num livro e começa a ler .


O livro que proponho esta semana, não é de facil leitura.
“A pequena prisioneira” é uma história de quem não teve infância.
Fala de uma menina que foi maltratada de todas as formas possiveis e imaginárias pelo própio padrasto.
Quando o li senti-me pequena, senti que as vezes quando dizemos que não estamos felizes ou que não temos uma boa vida, não sonhamos sequer com o que se passa muitas vezes tão perto de nós.
Se lerem este livro, preparem-se para viverem emoções fortes, sentimentos puros.
Vão preparados para uma serie de situações que nunca poderiamos imaginar que podessem acontecer a uma criança.
Esta é a história de uma infância roubada, contada na primeira pessoa, embora utilizando um pseudónimo.
Boas leituras!